domingo, 6 de março de 2011

Breakfast at Cavalli’s

Vim visitar a Dani aqui em Florença. Adoro a Itália e da variedade gastronômica que ela oferece. Ainda bem que não moro aqui, senão eu ia ter que andar de cabresto na rua para desviar minha atenção das comidas…

Se Holly Golightly (a personagem interpretada por Audrey Hepburn no filme Breakfast at Tiffany’s, inspirado no conto escrito por Truman Capote) morasse na Itália, era aqui (no Caffe Giocosa) que iria tomar o café e namorar as vitrines, com a vantagem de que ela poderia fazer isso sentadinha, bem em frente à vitrine da Roberto Cavalli (e perto de todas as outras lojas).

Na rua equivalente à Quinta Avenida, bem no centro de Florença, está o Roberto Cavalli - Caffe Giacosa, um café super charmoso em meio ao burburinho fashion da cidade.
Há várias boas opções de comidas para provar, mas nós recomendamos tomar apenas um cafezinho para apreciar o movimento e descansar um pouco do turismo (ou das compras).

Pedimos um cappuccino, uma delícia: café na medida (italiano entende do assunto), com espuminha cremosa e um delicioso chocolate por cima (olhem o desenho, que obra de arte). Além do cappuccino, pedimos um mille foglie (mil folhas): um sonho de creme em meio a várias camadas de uma massa folhada finíssima. Nada daquele gosto amanteigado enjoativo que se vê por aí: um creme leve e ligeiramente doce, perfeito para tomar com café. Há outras opções de doces, um mais lindo do que o outro (veja a foto da vitrine). Há, inclusive, opções de chocolates e presentes. A conta saiu 9 euros (não faça a conversão…).

Foi bom para começar o dia e me sentir no clima da dolce vita italiana.













“I knew damn well I would never be a movie star. It's too hard; and if you are intelligent, it's too embarrassing. My complexes aren't inferior enough: being a movie star and having a big fat ego are supposed to go hand-in-hand; actually, it's essential not to have any ego at all. I don't mean I'd mind being rich and famous. That's very much on my schedule, and someday I'll try and get around to it; but if it happens, I'd like to have my ego, tagging along. I want to still be me when I wake up one fine morning and have breakfast at Tiffany's.” (frase do filme Breakfast at Tiffany's)

http://www.caffegiacosa.com/

Flá

sábado, 5 de março de 2011

Três eventos para foodies em Londres

Foodies de plantão: para quem está em Londres ou pretende vir visitar esse ano, anote na agenda os eventos que acontecerão por aqui.
London Restaurant Week
Como no Brasil, o restaurant week é uma oportunidade de comer nos melhores restaurantes da cidade por preços ótimos. Aqui em Londres, o menu do almoço custa 15 libras e o do jantar custa 25 libras. Vale super a pena, ainda mais considerando que sete restaurantes que têm estrelas Michelin e vários resturantes de chefs bem conceituados participarão da resturant week esse ano. Isso a gente não vê no Brasil… Ainda não sei dizer se o menu é tão bom quanto os pratos servidos normalmente (em São Paulo, acho que eles decepcionam um pouco), mas nada como fazer a reserva para saber! Aviso desde já que é um parto para conseguir fazer reserva, mas se quiser o seu dia de fama nos resturantes estrelados, tem que passar por isso… No pain, no gain. Eu já fiz minhas reservas! Depois escrevo contando como foi…
A semana do London Restaurant Week começa em 21 de março e vai até 3 de abril!

Real Food Festival
O slogan deles é prometedor: “a celebration of extraordinary food”. Segundo eles, esse é o lugar certo para quem ama comida (eu, eu, eu!!!). Haverá comida de uns 500 produtores locais, comidas étnicas, chefs do mundo todo, etc. Vale navegar o site, porque ele fala também da feira de comida em Southbank Centre e sobre o festival de comida de rua (Real Street Food Festival), que será no fim do mês de abril. Vou deixar separado a minha calça mais larga…
O festival será de 5 a 8 de maio em Earls Court.
http://www.realfoodfestival.co.uk/

Taste Festival
Quando eu fui para a Holanda em 2009, ouvi falar do festival e fiquei louca de vontade de ir. Depois, descobri que ia ser em holandês, aí eu pensei que mesmo se eu comesse loucamente tudo o que visse pela frente não ia aproveitar tanto. Guardei a ideia e pretendo explorá-la esse ano aqui em Londres. É um evento com vários dos principais atores gastronômicos da cidade, com aulas, degustações e tudo o mais que o seu apetite mandar. Para me garantir, vou ficar uns dois dias sem comer… Quero aproveitar a degustação ao máximo!
Anote na agenda: de 16 a 19 de junho no Regent’s Park.
http://london.tastefestivals.com/


Flá

sexta-feira, 4 de março de 2011

360 graus no Schilthorn (Piz Gloria)


(foto do site oficial)

No Natal, eu e meu namorado ganhamos de presente dos meus tios: um passeio para o Schilthorn, uma montanha de 2970 metros de altura nos Alpes Suiços. Do topo, em um belo dia, é possível ver as mais famosas montanhas do país como Titlis, Jungfrau, Monch, Eiger e Mont Blanc. Legal, né?

O caminho até lá já vale o passeio, pelas lindas paisagens dos alpes suíços. A chegada ao Schilthorn através dos bondinhos é emocionante. Afinal, os projetos de construção de uma ferrovia até o Schilthorn existiam já no final do século 19, só que a geologia e tecnologia da época não permitiam a sua construção. Muitos projetos foram feitos com a idéia de transformar um dos pontos mais lindos da Suíça, que antes era apenas acessível a experientes alpinistas. No entanto, os projetos se mostravam sempre improváveis. Até que em 1967 um grupo liderado por Ernst Feust superou as dificuldades técnicas e financeiras do projeto e construiu o mais longo aerial cableway do mundo. Não satisfeito com um record, idealizou a construção do primeiro restaurante giratório a 3000 metros de altura.


O topo é tão surreal que virou set de filmagem para o filme On Her Majesty's Secret Service, de ninguém menos do que James Bond. Então, já dá para ter uma idéia do panorama que você encontra lá. Quando eu fui, no meio do inverno europeu a temperatura era de - 10 °C e todo o lugar estava coberto por um longo "tapete" de neve. Talvez por isso que, desde 1928, lá aconteça a mais longa corrida de esqui, na modalidade down hill, do mundo (+ um record), conhecida como "Inferno". Quando eu fui, não tinha ninguém esquiando nessa parte da montanha por risco de avalanche (quanta emoção!). O Interessante é que a vista deve ser completamente diferente (e ainda assim maravilhosa) no verão.

O restaurante ser giratório permite fazer uma refeição com uma vista 360 graus do lugar. Lá pedi um Gimmelwalder Kalbsgeschnetzeites mit Rosti, isto é, pedaços de carne de vitela fatiados com cogumelos ao estilo Gimmelwald com batata rosti (que eu amo). Para acompanhar um prato tipicamente suíço, vinho tinto, também regional.






Agradeço meu tio Michael e tia Sissa que me apresentaram o rosti das montanhas ainda pequena e por esse inesquecível passeio!


quinta-feira, 3 de março de 2011

Gourmet Burger Kitchen em Londres

Reza a lenda que o sanduíche começou nos anos 1700 com o lord inglês, o Sr. John Montagu, 4th Earl of Sandwich. Segundo as más línguas, o homem era tão viciado no carteado que, para não interrompê-lo, pedia a seus funcionários que colocassem a sua comida entre duas fatias de pão, de modo que não perdesse um minuto da jogatina (só falta me dizerem que ele inventou o penico também). Seus companheiros, ao vê-lo comer a comida assim, também pediam a comida ao modo sandwich. Não vou entrar no mérito da origem do hamburger, porque aí vamos entrar na seara dos alemães e isso vai ser um post de história e não mais de comida... Fato é que quase 300 anos depois da invenção do sanduíche, estou eu sempre com um na mão aqui em Londres correndo de um lado para o outro, nos intervalos entre as aulas ou mesmo fugindo da obrigação de cozinhar para mim mesma. O que não falta aqui em Londres é sanduíche e hambúrger. Qualquer pub tem e, de preferência, acompanhado de batatas fritas e uma bela pint. Ir à Inglaterra e não comer hambúrguer ou sanduíche é quase como não conhecer o big ben.

O Gourmet Burger Kitchen é um dos bons endereços da cidade para tanto. O hambúrger tem gosto de carne de verdade, nada de "carne de minhoca" do Mc. Donnald’s. Há milhares de restaurantes da rede espalhados pela cidade. Não é imperdível, mas se for comer hambúrguer, lá é uma boa pedida.

De entrada, pedimos halloumi bites, que é o nosso bom e velho queijo coalho. Ele vem grelhadinho, igual ao lá “de casa”. Difícil é escolher qual hamburger pedir. Há opções mais convencionais, como o barbecue burger, ou outras mais exóticas, como o hambúrguer de carne de carneiro com molho de hortelã. A carne vem no ponto que o cliente escolher e os ingredientes são bem fresquinhos. O preço do hamburger grande é de aproximadamente 7 libras. Provamos os dois e ambos agradaram o paladar. Alguns sanduíches podem vir também num tamanho menor, o que é perfeito para quem quer tomar um milk shake, comer batatas e ainda atacar a sobremesa.

O milk shake de oreo que provamos não estava com a cremosidade que os brasileiros estão acostumados (um pouco aguado, posso dizer), decepcionou um pouco. O de baunilha estava bem gostoso e leve. As batatinhas vieram com um molho de maionese com alho, que estava bem bom. Este molho é bem parecido com o que servem em todos os lugares na Espanha junto com os tapas. De sobremesa, não há muitas opções, mas o sorvete do Ben&Jerry’s é gostosinho e dá uma adoçadinha no bico para arredondar a conta de milhares de calorias...

quarta-feira, 2 de março de 2011

Guia de sobrevivência na Rússia




Todo mundo sabe que não é fácil viajar pela Rússia. O país cria uma série de impasses burocráticos que impedem os estrangeiros de conseguir vistos e permissões de viagem pelo território nacional.

A boa notícia é que hoje, para nós brasileiros, é mais fácil entrar na Rússia do que para um europeu, o que não deixa de parecer irônico se pensarmos na questão geográfica. Tudo isso é possível, graças a um acordo entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da Federação da Rússia que permite a isenção de vistos para viagens de curta duração.

Eu fui para a Rússia em outubro visitar uma amiga que estava morando em Moscow e posso dizer que, embora tenha demorado alguns minutos, telefonemas para esclarecer a desinformada da polícia federal, entrei no país sem nenhuma dificuldade. Mas isso não significa que a Russia virou sinônimo de rota fácil. Sem o domínio do idioma e com a comunicação reduzida a alguns sinais, realizar tarefas banais pode virar uma missão quase impossível, já que por lá pouquíssimas pessoas falam o universal inglês, o diplomático francês, o italiano, alemão, espanhol e etc. Então, o jeito é viajar informado das dificuldades e dotado de um espírito aventureiro que permita descobrir esse maravilhoso país.

O objetivo com esse post não é indicar o melhor da gastronomia russa, mas dar dicas de lugares para lá de gostosos e que podem ser encontrados em qualquer lugar do país, de Tomsk (na Sibéria) a São Petersburgo. Na época da União Soviética existiam pouquíssimos restaurantes, os quais, devido ao preço, eram raramente frequentados. Com a abrupta entrada da Russia no capitalismo, facilitou-se a propagação de uma série de restaurantes "de rede". No entanto, são restaurantes que ofrecem boas opções de pratos típicos do país com acesso fácil.


O primeiro da lista é o Mу-Mу (Mu-Mu), que pode ser reconhecido pela estampa de vaquinha. Este é um café-restaurante self-service, que oferece pratos bastante tradicionais da culinária russa, onde você pega uma bandeja e escolhe os pratos que quer exprimentar. É uma ótima idéia, para um turista que não consegue ler o cardápio. Lá eu tomei a famosa sopa borscht, que é feita com caldo de galinha, caldo de carne, beterraba, cenoura, batata, pimentão, carne bovina, bacon, salsa e especiarias. No frio russo vale a pena tomar uma boa sopa para esquentar. Os russos tambem tomam muito chá antes, durante e depois das refeições. Também peguei пельмены (isto é pelmeni) e uma série de outros pratinhos para experimentar um pouco de tudo. Meus favoritos foram Грибное ассорти, porção de cogumelos selvagens marinados com manteiga, especiarias, cebola roxa e alho e as panquecas de carne.
Ah! Não esqueça de comprar as balinhas de doce de leite que vendem em saquinho para a sobremesa.




fotos dos pratos que comi no My-My.

Outro lugar que vale entrar seja para um docinho ou para uma refeição é o Шоколадница (isto é Chocoladnitsa). Lá descobri que em alguma encarnação eu fui russa comendo блины (blini), ou seja, paquecas com recheio de batata, cogumelos e cebolas fritas e sour cream. Parece estranho, mas é mais que perfeito. O prato em russo chama "Блинчики с картофелем и грибами" (saudade!). Tambem existe uma versão da mesma panqueca com salmão, cream cheese e cebolinha (Блинчики с семгой) e outra com caviar vermelho. Esses parecem ser os ingredientes mais típicos da culinária russa: batatas, cogumelos, salmão e caviar. Embora no Brasil caviar seja considerado comida de granfino, na Rússia é comida do povo. Para ter uma idéia, minha amiga me contou que tinha caviar no bandejão da faculdade de Moscow. (Será que dá para imaginar isso na USP?) Mas claro que existem diversas qualidades de caviar, o que também resulta em uma boa diferença no preço da "iguaria".
Como nem só de caviar vive o homem, o cardápio é repleto de boas opções: saladas, sanduíches em roll deliciosos (indico o de salmão). Dica: deixe espaço para a sobremesa, os russos adoram um doce e como sabem fazer!




fotos da blini de batata, blini de caviar vermelho, e rolls.

Outra popular opção é o Tepemok, onde é possível comer boas блины с красной икрой, isto é panquecas de caviar ao estilo fast food ocidental. Eu adorei tambem comer os rolls, feitos com a massa da panqueca, salmão, queijo, cebolinha e maionese. Boa opção de bebida é Kvass (um tipo de cerveja artesanal típica de lá).

Новый ресторан


Com todas essas dicas, fica difícil morrer de fome por lá!

Fica aqui um agradecimento especial para a Andrea e Cecília que foram minhas guias, tradutoras e perfeitas acompanhantes de viagem.

Hot Pot, muito prazer!

Não tem jeito....toda vez que viajo faço questão de comer um prato típico do local. Acho que esta é uma ótima e deliciosa maneira de conhecer um pouco mais sobre o lugar que estou visitando.

O modo de preparo, a tradição e os ingredientes utilizados para "produzir" determinado prato podem nos dizer muita coisa! Comida também é cultura minha gente!

E quando fui para a China não foi diferente. Já tinha lido algumas matérias na internet sobre duas comidas bem típicas de lá: o hot pot e o dumpling...e já adianto: escorpião, larva e insetos nojentos não fazem parte do cardápio chinês como muita gente pensa...isso é algo "para turista ver"...no dia a dia, eles não comem nada disso.

Fomos ao Hot Pot King, um restaurante muito bem indicado pelo professor de chinês do meu namorado. Aliás, tivemos o prazer da companhia dele durante o jantar, o que tornou tudo muito mais fácil e claro para a gente, já que ele sabia o que pedir e como pedir! Mas não se preocupe se você não tiver alguém da região para ir com você. Eles possuem cardápios em inglês. Logo, você não terá surpresas na hora do pedido!

De uma forma bem "xula" de se explicar, eu diria que o hot pot é um primo do fondue de carne...no centro da mesa vai uma panela grande com um caldo de vegetais muito quente, borbulhando. Você pode escolher entre o caldo "regular" ou, para os mais corajosos, o apimentado. E se quiser, também pode pedir um pouco dos dois para variar. Em seguida, chegam a mesa duas porções de carnes cruas (pedimos carneiro e carne de boi), diversos tipos de cogumelos, alguns bolinhos (também crus) feitos de camarão, porco e vegetais e um mix de vegetais crus. Além disso, você pode "confeccionar" um molho para acompanhar a carne...o meu tinha coentro, pimenta, salsinha, shoyo e vinagre.

E aí a brincadeira começa!!! Com a ajuda de seus chopsticks e de uma concha, você mergulha a carne nesta água fervendo e em questão de segundos ela está cozida e pronta para comer....o legal é não ter pressa...tem que apreciar tudo com muita calma. Depois, você joga os cogumelos, que demoram um pouco mais para ficarem prontos...e por último, joga os vegetais e bolinhos, que cozinham bem rápido também. Faz parte da tradição comer nesta ordem...não me perguntem porque!



Ao final de tudo, quando o caldo já está bem saboroso por conta de todos os ingredientes que foram cozidos nele, você pega uma cumbuqinha e o toma como fosse uma sopinha! Uma delícia! Para beber, pedimos cerveja que segundo a minha opinião "harmoniza" muito bem com o prato! hahahaha! Ah! Vale lembrar que assim como o fondue, o hot pot é uma comida de inverno, logo, se você for nesta época, as vagas no restaurantes ficam mais escassas! Porém, parece que no verão, existem promoções muito boas para atrair o público! O hot pot para mim foi uma deliciosa surpresa. A comida, além de muito leve é muito saudável. Nada de fritura e muitos vegetais...excelente!

O Hot Pot King é um dos mais disputados de Shanghai pela qualidade e frescura dos ingredientes que oferece. Logo, nem pense em chegar lá sem fazer reserva antes, que a viagem será em vão. A reserva tem que ser feita com no mínimo dois dias de antecedência e o ideal é chegar 15 minutos antes do horário marcado. Se você não aparecer na hora, corre o risco de perder a mesa.

PS: O nosso companheiro chinês fez questão de pagar o jantar e com isso não tenho idéia de quanto deu a conta. Mas o hot pot é conhecido por ser uma refeição barata, em torno de R$ 50,00!!

Hot Pot King - 1416 Huaihai Middle Road, perto da Fuxing Road (2o andar) - French Consession

telefone: 6473 6380

Enjoy, Fê




terça-feira, 1 de março de 2011

Uma paixão francesa em Londres...


Quando eu a vi, foi amor à primeira vista. Comecei a ter palpitações, meu coração se encheu de felicidade! Fiquei completamente alucinada pela ramequin de coração da Le Creuset. Na hora em que eu vi que poderia ter não apenas uma, mas três, de cores diferentes, eu me rendi: saquei logo o meu cartão de crédito para consumar a minha paixão e ter o objeto de desejo. Ai, ai… Aqui em Londres, em me apaixono todos os dias…

Elas vêm numa caixinha linda, que parece embalagem de chocolate. Um ótimo presente para quem gosta de cozinhar ou servir comida! O tamanho é pequeno: não passa de 10x10x5cm. Custou 30 libras (um pouco cara, reconheço, mas preferi não fazer a conversão e ser feliz). Eu já consigo imaginar algumas receitas para colocar nelas, mas vou fazer surpresa porque devo postar em breve.

Comprei pelo Amazon. Fui super prático. Chegou antes do prazo previsto, não tive a menor dor de cabeça. Foi enviado direto pela loja que fornece o produto. Neste caso, eles cobraram um frete de quase 5 libras. Aqui em Londres, quando o Amazon manda, não tem custo de frete.


Amazon:





Flávia