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sábado, 2 de julho de 2011

La Campana - desde 1518

Diz a lenda que esse é o restaurante mais antigo de Roma. Fundado em 1518 por Pietro Campana, o lugar foi frequentado por ilustres como Caravaggio, Goethe, Federico Fellini, Alberto Sordi e Isabella Rossellini. Desde sua abertura, o cardápio é composto de pratos típicos romanos como carciofi alla giudia, tagliolini con alici e pecorino, minestra di pasta e broccoli con arzilla. O ambiente é bastante despojado e os funcionários simpáticos. Meu pai chegou todo entusiasmado para comer um ossobuco, mas logo foi avisado que o prato não estava disponível no menu do dia. O garçon, então, rapidamente sugeriu a coda alla vaccinara e ele adorou! Eu comi uma lasanha berinjela, vitello tonnato e de sobremesa a famosa torta de maça (torta de mele). Infelizmente esqueci de tirar foto da lasanha, que estava espetacular. Quem conhece meu pai sabe que ele não tem frescura para comida. No entanto, é um crítico rigoroso. De todos os restaurantes que fomos juntos em Roma, esse foi sem dúvida o seu favorito. Fica a dica!





Um agradecimento especial para a Ana que indicou o restaurante.


http://www.ristorantelacampana.com
Vicolo della Campana, 18 -
Tel 06 6875273- Cell 347 1098632 - 335 5746026

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Uma loja para equipar a sua cozinha, em Roma

Acabei de chegar em Roma e já achei tema para post. Perto da Escadaria da Espanha, em Roma, encontrei uma lojinha que deixar qualquer chefe de cozinha (ou aprendiz) com taquicardia. A loja se chama c.u.c.i.n.a, e vende desde colher de pau até eletrodomésticos da Kitchen aid. A organização é bem caótica, então, tem que garimpar para encontrar gadgets que vale a pena transportar na mala de viagem.



Listinha prática de supermercado


Guia de Roma e colher em forma de coração


Chá dos top jogadores de futebol




Endereços:


1. Via Mario de' Fiori, 65 - tel 39 06 6791275
2. Via Flaminia Vecchia, 679 - tel 39 06 3332202
3. Via G. Gioachino Belli, 21 - tel 39 06 3243723
4. Piazza Euclide, 40 - tel 39 06 8078906

sábado, 25 de junho de 2011

Salumeria Roscioli

Quando meus pais vieram me visitar, fomos juntos para Roma. Uma amiga, que já é praticamente romana, passou diversas dicas de bons restaurantes para não corrermos o risco de cair em alguma enrascada. Uma das dicas foi justamente o restaurante Roscioli, que fica no Campo dè Fiori, região central de Roma. Originalmente, o Roscioli era apenas um empório. Só que a carte de vinhos e pratos prontos que lá eram vendidos, ganharam fama e prestígio. Ai, os donos resolveram transformá-lo em restaurante. O Roscioli não é nenhuma novidade para a crítica gastronômica européia. Indicado por famosos guias e revistas como o Gambero Rosso, La cucina italiana, Cucina & Vini, entre outros. O ambiente é intimista e a decoração é moderna para o padrão italiano. Depois de fazer os pedidos, recebemos de amuse bouche um delicioso gaspaccio (sopa de tomate gelada e muito bem temperada) com mussarela.



Minha mãe escolheu de entrada uma caponata siciliana, feita de beringelas, pinoli e rúcula. Linda, não?


Eu optei pela insalata di carciofi caldi e freddi, isto é, salada de alcachofras com cenouras, pinoli, rúcula. Estava maravilhosa!


O prato principal não poderia ser mais acertado: Le Polpette della Tradizione Romana. Polpetas no molho de tomate e queijo de ricota fresca ralada e polenta de castanha! Só de lembrar, me dá água na boca.


Não esqueça de reservar porque os lugares são disputadíssimos.

Via dei Giubbonari, 21
00186 RomaTel: 06 6875287

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Caffè Florian em Veneza

Passear a pé por Veneza é uma delícia. Perder-se pelas vielas e cruzar os estreitos canais que cortam a cidade. Parada obrigatória seja para um simples copo de água ou um aperitivo é Caffè Florian, que fica na Piazza San Marco.

Trata-se de um do café mais antigo da cidade, que foi inaugurado em 29 de dezembro de 1720, por Floriano Frascesconi com o nome de "Alla Venezia Trionfante". O nome original não vingou, já que os frequentes clientes chamavam o estabelecimento de Caffè Florian. Re-batizado ao gosto do freguês, o lugar não é apenas um patrimônio cultural, como testemunha história dos mais importantes momentos da cidade.

Afinal, o Caffè Florian viveu o esplendor da República Sereníssima, mas também a sua queda. Lá era o local onde os intelectuais e artistas se encontravam. Diz a lenda que Casanova aproveitava-se do fato que este era o únco café que as mulheres podiam frequentar para transformá-lo em campo para as suas conquistas amorosas. Talvez tenha sido nas mesas do café de Carlo Goldoni tenha escrito a peça "La Bottega di Caffè", já que o escritor era frequentador assíduo do Florian. No entanto, estes não eram os únicos clientes ilustres do café. A lista é longa: Lord Byron, Foscolo, Goethe, Madame Stael, Proust, D'Annunzio com a sua amante, Eleonora Duse, Rousseau, Modigliani, Stravinsky, entre outros.

Revolucionário, o café não apenas revolucionou as artes e a sociedade veneziana, como também a política. O Caffè Florian também foi palco de reuniões secretas e conspirações. Muitas estretégias foram tramadas nas mesas do café, seja para libertar-se do domínio dos franceses ou dos austríacos. Em 1848, as elegantes salas do café serviram também de enfermaria para os feridos das revoluções que abalaram a cidade.

O ambiente é dividido em pequenas salas, que criam um ar reservado para discussões particulares. Cada ambiente foi cuidadosamente decorado de acordo com o gosto e princípios de cada momento. Existe a "Sala del Senato", que foi encomendada com o objetivo de representar os ideais caros ao positivismo como progresso, civilização e a ciência, assim como a "Sala Cinese" e a "Sala Orientale", que foram inspiradas nos relatos, imagens e fantasias que ocupavam o imaginário do homem europeu, que enxergava com exotismo o Oriente.
Já a "Sala degli uomini illustri", como o nome já indica, foi decorada com retratos dos homens mais pretigiosos da península itálica. A "Sala degli Specchi" tem como motivo a representação das quatro estações e a mulher. A última sala decorada, foi a em estilo Liberty, muito na moda no início de 1900. Sendo assim, o café é uma mistura de gostos, modas e estilos, que convivem harmoniosamente no lugar.



Se um dia, você for a Veneza, junte-se a enorme lista de elegantes clientes e nem que seja para uma chicara de café.

Endereço: Piazza San Marco, Veneza

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Gelateria Santa Trinita


Mal o verão começou Florença e os termômetros já estão marcando 30 graus! Bem que me avisaram que aqui faz muito calor. Depois de um terrível inverno, não vou reclamar. Nada melhor que tomar um gelato para me refrescar. Descobri a Gelateria Santa Trinita recentemente e posso dizer que ela conquistou o meu estômago.
Lá, todos os sorvetes são preparados com ingredientes frescos e de altíssima qualidade. O cacau, por exemplo, vem da América Central, o café da Colômbia e o pistache da Sicília. O sorvete de chocolate parece um mousse!


O lugar é lindo. Perfeito para fazer um pit stop no meio de uma caminhada. Como fica em Oltrarno, isto é, do outro lado do rio Arno, é uma região sem tantos turistas. Até por isso, o preço do sorvete é bem mais honesto. Para quem visita a cidade, a dica é explorar a região, como passear por Santo Spirito e Borgo di San Frediano, pelas lojinhas de artesanato.


Piazza Frescobaldi, 11-12/r (Ponte Santa Trinita)
50125 - Firenze
Tel. 055 2381130

terça-feira, 31 de maio de 2011

O melhor gnocchi de Florença

Comer um prato de gnocchi perfeito em restaurante é uma tarefa quase impossível. Já escrevi aqui no blog que este é um prato típicamente familiar, feito pela nonna aos domingos. Os bons restaurantes evitam oferecê-lo porque é trabalhoso demais e incompatível com uma rotina intesa. Outros oferecem a versão congelada que não tem comparação com os gnocchi fatti in casa. Por este motivo preciso celebrar e contar aqui no blog que encontrei o melhor gnocchi de Florença. Onde? No Buca Mario!
Sei que já escrevi um post sobre esse restaurante, mesmo porque o Buca é o meu restaurante favorito na cidade. Só que ainda não tinha provado o gnocchetti di patate fatti in casa e que foi aprovado no teste com louvor.
Como a minha mãe pediu o gnocchi al pomodoro e basilico e eu o al gorgonzola, provei os dois. Deliciosos! Embora o gorgonzola seja um queijo pesado e de gosto marcante, o molho estava super suave. Claro que não é um prato light, mas é tão gostoso que compensa as calorias. Como antipasti recomendo a insalatina di carciofi, rucula e grana e de sobremesa torta di frutti di bosco.




Piazza Ottaviani, 16 r
Florença
Tel: 055214179


quinta-feira, 28 de abril de 2011

Duas lojas para equipar a sua cozinha, em Florença

O sonho de todo cozinheiro é ter uma infinidade de gadgets de todos os tipos. Aqui em Florença, existem várias lojas deste tipo. No entanto, resolvi escrever um post sobre duas lojas de departamento que ficam no centro da cidade. Portanto, o acesso a elas é fácil, mesmo para o turista que vai passar pouco tempo na cidade. As escolhidas são La Rinascente e a Coin.

La Rinascente foi fundada no ano de 1865, em Milão, pelos irmãos Bocconi com o nome de Aux Villes d'Italie. O modelo era a famosa loja de departamento parisiense Le Bon Marché, que, em 1838, lançou a proposta de loja completa. A inspiração surgiu das famosas galerias que modificaram a arquitetura e os hábitos da população das metrópoles no século XIX. Um lugar onde o comprador pode perder a noção do tempo, caminhar de seção por seção, adquirindo produtos e relizando delírios de consumo. A loja passou por tempos de crise durante a Grande Guerra e, em 1917, contratou o famoso poeta Gabriele D'Annunzio para renomear a loja. O nome escolhido foi "La Rinascente", que não apenas marca o renascimento da loja, mas também tem significado político. D'Annunzio desenhava um projeto utópico para a Itália pós-guerra. A Itália deveria transformar-se em uma grande potência e fazer renascer o seu passado de glória com um caráter moderno. La Rinascente com o passar dos anos foi vendida para grandes corporações, conquistou Roma, Florença, Catania, Calgari, Genova, Palermo, Genova, Padova, Monza e Torino e se afirmou como uma das marcas mais importantes da Itália. Vamos ao que interessa? Em Florença, o departamento para casa fica no 3 andar. Tirei algumas fotos para vocês terem uma idéia do que dá para achar lá.



Forma de silicone para bolinhos


Espátulas que não estragam a frigideira




Colheres tortas!





Veja que tirando as máquinas de café expresso, não existem muitos eletrônicos à venda. Malgrado este detalhe, lá é possível encontrar objetos de decoração para a mesa e cozinha, assim como talheres, pratos, copos, travessas e toda a parafernalha que os cozinheiros adoram.

A outra loja é bem mais modesta. A Coin é uma loja de departamento que fica na Rua Calzaiuoli, região central de Florença. Que eu saiba, não tem nem o prestígio, nem a pompa da La Rinascente. Todavia, está ali, no coração da cidade, e cheia de gadgets de enlouquecer.

Decoração de páscoa
Tudo para a mesa

Cestas para pique-nique


La Rinascente
Piazza della Repubblica, Florença

Coin
Via Calzaiuoli, 56, Florença

quarta-feira, 20 de abril de 2011

O Croissant do Café Cavalli


Sempre sonhei em ter uma Lambretta vermelha, mas quando mudei para Florença, logo fui proibida de fazer semelhante aquisição. Sou super descordenada, distraída e atrapalhada. Levo tombos o toda hora e já bati o carro várias vezes. Diante desse histórico, meu pai afirmou "nem bicicleta você pode comprar, no máximo triciclo". Resultado: nunca andei tanto na minha vida. Todo dia faço uma caminhada de mais de 40 minutos para chegar à faculdade. Acordar cedo e andar por 40 minutos é um terrível sacrifício, então, me presenteio com o melhor croissant de Florença no caminho! Tá, eu sei... não deveria, juro que não consigo resistir.
Essa delícia fica no Caffe Giocosa, mais conhecido como "Café Cavalli". Entro rapidamente, peço pelo meu croissant vuoto (isso é sem recheio), pago 1 euro e vou contente para a aula.


O Café Cavalli tambem serve almoço no balcão, gostoso e relativamente barato.
Vale a pena conferir.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Escola de culinária - La Pentola delle Maraviglie

Hoje será a minha estréia na coluna Peripércias na Cozinha, do blog. Antes de mais nada, confesso que sou bem menos gifted na cozinha que minhas amigas, até porque é difícil competir com elas. A Dona Fernanda faz um gazpacho dos deuses (entre outras coisas) e quem já experimentou alguma das sobremesas da Flávia sabe que, além de parecerem obras de arte, são uma perdição. No entanto, sou um bom garfo, esforçada e um dia chego a chef!

Como um incentivo ao meu aprimoramento na cozinha, ganhei um presente incrível de Natal, do meu tio Michael: um curso culinária regional na escola La Pentola delle Maraviglie, de Barbara Desderi. Não é demais?


A escola propõe diversos tipos de cursos e para todos os níveis (do iniciante ao avançado), nos quais o aluno sob orientação da chef, preparam os pratos e depois fazem a degustação. Os cursos são divididos em módulos, sendo que alguns deles são: cozinha regional, pão e focaccia, peixes, doces, crepes, sorvetes, alta cozinha, dentre outros. A aula dura mais ou menos 3 horas e o clima é bastante descontraido. É uma idéia bacana, não só para quem mora na Itália, mas também para turistas que querem conhecer com mais profundidade a cultura gastronômica do país. Para quem viaja sozinho e não tem coragem de ir em bons restaurantes by yourself, é uma oportunidade de conhecer pessoas novas e de comer bem.

A minha primeira aula foi na semana passada e o tema era Cucina Piemontese. Para quem não sabe, o Piemonte fica no extremo norte da Itália. A região é um importante pólo industrial do país e, até por isso, bastante desenvolvida. Todavia, o Piemonte não é só conhecido por suas fábricas, mas também pela tradição gastronômica. Terra do vinho Barolo, do tartufo, da carne de alta qualidade e dos queijos. Pode-se dizer que pela localização geográfica, a culinária piemontesa é bastante influenciada pela francesa, mas também, por uma questão histórica, pela culinária da Sardenha.



A idéia do curso de culinária regional é bastante interessante: aprende-se a fazer um refeição completa com pratos tradicionais da região escolhida.

Sendo assim, preparamos como primo piatto, um delicioso Gnocchi al Castelmagno. Para o secondo piatto, fizemos Faraona Ripiena al Barolo, isto é, galinha de angola recheada de carne de porco, pancetta, arroz, ovos, cebola, alecrim no vinho Barolo.















Como acompanhamento para o frango, Cipolle al Forno con Bagna Caoda.



Para sobremesa torta di nocciole, ou seja, bolo de castanha com creme.


Dos pratos, o meu favorito foi o gnocchi. A Barbara Desderi me alertou para o fato de que é um prato tradicionalmente doméstico. A família italiana se reúne na cozinha antes do almoço de domingo para preparar o gnocchi. Trata-se de um prato que deve ser feito na hora e a rotina intensa dos restaurantes dificulta a realização deste processo. Por esse motivo, poucos bons restaurantes o servem gnocchi, ao passo que em outros utilizam o produto congelado. Isso explica o fato que nunca encontro gnocchi tão bom quanto o da minha nonna!

Então, por isso, resolvi traduzir a receita e passar para vocês. Como alguns dos ingredientes não são faceis de se encontrar alhures, também vou passar algumas dicas para "adaptação" da receita.

Gnocchi al Castelmagno

GNOCCHI AL CASTELMAGNO

1 Kg de batatas "a pasta bianca"
300 gramas de farinha
1 copo de vinho branco seco
150 gramas de queijo castelmagno
25 gramas de mantega
sal
pimenta do reino

Modo de preparo:

Ferva as batatas com a pele em água fria. Depois de fervida a batata, descasque a pele e amasse a batata. Misture a farinha, o sal e a pimenta. Enrole a massa em "tubos" compridos. Com uma faca, corte o gnocchi.




Para o molho, derreta a manteiga em uma panela, adicione o queijo castelmagno ralado e o vinho branco. Deixe cozinhar em fogo baixo por 5 minutos, mexendo bastante com a colher (é importante não deixar o molho parado na panela).

Tempere com o sal e a pimenta do reino.


Cozinhe o gnocchi em água fervente com sal e sirva com o molho de Castelmagno.

Dicas:
Quem já esteve em um food market, na França, Suiça, Alemanha percebeu a divesidade de tipos de batatas expostas. Parece uma coisa de outro mundo, tem batata especial para gnocchi, purê, rosti, entre outros pratos. Um paraíso! Infelizmente, essa não é a realidade mundial. No Brasil, assim como em outros países, não se encontra a batata "a pasta bianca", que é perfeita para o preparo do gnocchi. Então, sofremos para encontrar batatas que não sejam aguadas e que não precisem de muita farinha para ganhar consistência, o que tira o gosto de batata. Minha avó que é especialista em gnocchi (faz o melhor do mundo!), conhece muito bem a dificuldade para a realização do prato no Brasil. Por isso, recomenda sempre escolher sempre batatas de tamanho médio e até misturar variedades. Meio quilo de batata "para nhoque" e meio quilo de batata rosa por exemplo. Como nada é garantido, é preciso ter atenção na consistência da massa e fazer o teste na panela (isto é, coloque alguns gnocchi na panela com água fervendo e veja se sobe). Outro segredo de avó é um pouco de noz-moscada ralada na massa. O ingrediente não consta na receita da Bárbara Desderi, mas fica uma delícia.

O maior problema é o queijo. O castelmagno é considerado o rei dos queijos do Piemonte. O sabor é encorpado, bastante granulado e macio. Mas onde é possível encontrar o queijo Castelmagno fora da Itália se nem fora de Piemonte é fácil encontrar esse queijo? Pois é, na Itália, eles acabam abastecendo apenas uma pequena região de um determinado produto, o que faz com que seja necessário adaptar a receita. Uma boa alternativa é substituir pelo gorgonzola (novo). O castelmagno é na verdade mais macio que o gorgonzola, então talvez isso altere o tempo do molho do fogão.

Buon Appetito!


Site da escola de cucina La Pentola delle Maraviglie: http://www.lapentoladellemeraviglie.it/


Agradeço ao meu tio Michael, por sempre acreditar e incentivar o aperfeiçoamento dos meus dotes culinários. Quem sabe um dia serei tão boa pilota de fogão como ele!

domingo, 17 de abril de 2011

Feira Gastronômica na Piazza Santa Maria Novella

Nada mais gostoso que comer na praça em um domingo de sol, e foi isso que fiz hoje. Aproveitei que o dia está lindo e que está acontecendo uma feira gastronômica na Piazza Santa Maria Novella e lá fui eu. Achei que estaria uma muvuca, já é uma região bastante turistica da cidade, do lado da estação central. Enganei-me. Super bem organizada, sem filas. Perfeita para um programa "sem stress".



Depois de uma volta pelo pequeno mercado, escolhi um hotdog de salsicha würstel, uma porção de batatinhas e pronto! Como diz a Flá "Pique-nique na praça". Estava muito gostoso. Foi fácil, também, achar lugar para sentar. Só alerto que não tem sombra, mas quem liga para isso depois de um terrível inverno? Queremos mesmo é aproveitar o sol!


meu almoço
Depois aproveitei para degustar alguns produtos artesanais e fazer umas comprinhas. No mercado, tem barraca de queijos, de produtos toscanos, sicilianos, de gelato, de vinhos, marmeladas e doces. Tudo é artesanal.


geléias artesanais
produtos em conserva

salames e queijos


morri por essas alcachofras


tadinho!
Apaixonei-me pela barraca de tartufi! Tinham tantas pastas diferentes para provar e comprar, que quase fiquei louca. Tartufi con Funghi Campignons, Tartufi con Carciofi, Tartufi con Funghi Porcini entre outras opções. Comprei algumas até para dar de presente.

Perdição: Pastinhas de Tartufi


Ah O mercado acontece até o dia 25 de abril.
Local: Piazza Santa Maria Novella, Florença